O atual titular do Poder Executivo do Brasil, Lula da Silva, voltou a falar de enforcamento de opositores durante um evento político-partidário.
A manifestação foi proferida durante a Convenção Nacional do PDT na segunda-feira, 20/7, quando o partido oficializou apoio à candidatura do petista à reeleição.
“Neste país, antigamente, traidor era enforcado, porque trair a pátria é uma coisa muito grave” – Disse o mandatário atual da nação em alusão a Flávio e Eduardo bolsonaro que ele diz serem “traidores da Pátria”.
Lula tenta a todo custo, associar a aplicação de novas tarifas de 25% pelos EUA ao Brasil à Flávio Bolsonaro. O Partido dos Trabalhadores tem apostado nessa narrativa como forma de obter possível vantagem política sobre o adversário.
Entretanto, o Secretário de Estado norte-americano Marco Rubio responsabilizou diretamente Lula pela medida, dizendo que “Lula colocou seu próprio ego” (…) à frente do bem-estar do povo brasileiro” e que o petista e seu governo “não negociaram com os EUA de boa-fé”.
As tarifas adicionais ocorreram após investigações conduzidas pelo Escritório de Representação Comercial dos Estados Unidos (USTR) com base na Seção 301 da Lei de Comércio Americana terem concluído que o Brasil adota práticas “desleais” e “irrazoáveis” em suas relações comerciais com os americanos.
Não é a primeira vez que Lula fala em enforcamento de adversários políticos.
Em junho, no dia 2, terça-feira, em um evento em Catalão (GO), Lula disse se referindo à família Bolsonaro: “São traidores. Por menos do que isso, Joaquim Silvério dos Reis, que delatou Tiradentes, foi enforcado”.
Entretanto quem foi enforcado na época da Inconfidência Mineira foi Tiradentes.
Naquele momento, a fala ocorreu no contexto da designação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas pelos EUA, após pedido de Flávio a Trump em reunião no Salão Oval da Casa Branca.
Mas as polêmicas surgidas durante discursos recentes de Lula não param por aí.

Durante uma cerimônia oficial no Palácio do Planalto, numa sexta-feira, 03/7, Lula da Silva, mostrou o dedo do meio em um gesto grosseiro, completamente atípico, e, absolutamente contrário à liturgia que o cargo de presidente da república exige.
O gesto ocorreu durante fala onde Lula defendeu que as pessoas que têm plano de saúde não devem ter os gastos deduzidos no imposto de renda.
Após a primeira fala de Lula sobre enforcamento de seus desafetos, Flávio Bolsonaro anunciou que iria acionar o STF, afirmando que o comentário do presidente configura ameaça grave e incitação ao crime.













