O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou ter acionado autoridades policiais dos Estados Unidos após a visita de um repórter do Intercept Brasil à residência onde mora com a família, no estado do Texas.
O ex-parlamentar declarou que ele e sua família se sentiram ameaçados com a presença do emissário do veículo de imprensa de extrema esquerda no local e informou ter registrado um boletim de ocorrência junto à polícia norte-americana.
Heloísa Bolsonaro, esposa do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), disse que o homem tocou a campainha do imóvel e foi recebido pela filha do casal, de 5 anos.
O suposto repórter, de acordo com ela, tentou confirmar se a família morava no local.
Em seu relato nas redes sociais, Heloísa disse ter se recusado a responder e fechou a porta.
Segundo Eduardo Bolsonaro, o homem teria, então, buscado contado com seus vizinhos para fazer perguntas sobre a rotina da família.
A polícia foi acionada, mas, ao chegar ao endereço, não encontrou o possível o homem no local. Eduardo disse ter enviado imagens do repórter às autoridades.
Até o momento, não há informações públicas sobre eventual investigação formal aberta pelas autoridades norte-americanas contra o jornalista ou o veículo de imprensa.
“O que pretendem pessoas ligadas ao PCC ao invadir minha privacidade e constranger minha esposa e minha filha de apenas 5 anos?” – questionou Eduardo em um vídeo postado na sua conta do Instagram.
O Intercept Brasil divulgou notícias lingando Eduardo a R$ 61 milhões negociados com o Banco Master para patrocinio de um projeto cinematográfico sobre Jair Bolsonaro.
A negociação teria ocorrido bem antes de Vorcaro ter qualquer tipo de investigação sobre suas atividades e ser considerado criminoso.
A defesa de Eduardo Bolsonaro nega qualquer tipo de ilicitude relacionado a valores destinados à produção do filme.














