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Filme Dark Horse não usou dinheiro público, aponta perícia 

Cena do filme Dark Horse com Jim Caviezel no papel de Bolsonaro

Uma auditoria realizada no financiamento filme Dark Horse apontou que não foram utilizados recursos públicos na produção da cinebiografia sobre o Presidente Jair Bolsonaro (PL), protagonizada pelo ator Jim Caviezel. 

A perícia foi contratada pela produtora Goup Entertainment responsável pela obra cinematográfica. A apuração foi anexada ao inquérito criminal da Polícia Civil de São Paulo sobre supostas irregularidades nos recursos do longa-metragem. 

O laudo assinado por Anísio Costa Castelo Branco, mostra que o custo total do filme girou em torno de 13,39 milhões de dólares. O fundo Havengate Developmente do Texas, repassou quase 100% do dinheiro arrecadado diretamente para a Goup Entertainment. 

A análise das notas fiscais, revelou que não houve uso de dinheiro público para bancar a obra, nem por parte da Lei Rouanet, nem da Prefeitura de São Paulo nem do Instituto Conhecer Brasil – noticiou o Pleno News. 

Do montante total de $13,39 milhões, pouco mais de 9,6 milhões de dólares foram despesas realizadas nos Estados Unidos, e quase 4 milhões de dólares, foi o aporte utilizado no Brasil.  

Anísio Costa Castelo Branco, presidente do Instituto de Perícia Investigativa (IPI), informou que não rastreou a origem das verbas que alimentam o fundo Havengate, por serem informações sigilosas dele.   

Segundo o Poder 360, citando O Globo, o perito afirmou em entrevista, que analisou só os recursos gastos pela Goup e que não tinha autorização para auditar o fundo Havengate. 

A PF investiga se parte dos recursos foi utilizada para custear Eduardo Bolsonaro nos EUA. O ex-deputado negou ter recebido dinheiro de Daniel Vorcaro via fundo de investimento. Segundo Flávio Bolsonaro, os recursos foram usados “integralmente” no filme. 

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