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Global Sumud Flotilha não levava ajuda humanitária para Gaza e tinha drogas a bordo diz Israel

Greta Thunberg a bordo da Flotilha Gobal Samud - Foto - EFE-EPA-MOHAMED MESSARA
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Na última quarta-feira dia 01/10 os primeiros barcos de uma flotilha liderada pela sueca Greta Thunberg foram interceptados no mar rumo à Gaza. Ativistas brasileiros também estavam a bordo.

Em comunicado o Ministério das Relações Exteriores de Israel afirmou a Global Sumud Flotilha, composta por 47 embarcações, que supostamente tentava levar ajuda humanitária para Gaza, tinha objetivos provocativos apenas.

Após inspeção minuciosa, o Governo de Israel disse que não encontrou nenhum tipo de mantimento ou medicamento em nenhuma das embarcações.

Entretanto identificaram grande quantidade de substâncias suspeitas, que possivelmente indicariam a presença de drogas a bordo. Também foram encontrados muitos preservativos usados.

O porta-voz Dean Elsdunne, que participou da inspeção disse que, a operação da flotilha “nunca teve relação com ajuda humanitária”, mas sim com busca por visibilidade e manchetes internacionais.

A flotilha foi informada de que estava se aproximando de uma zona de combate ativa e violando um bloqueio naval legal.

As autoridades israelenses afirmaram ter oferecido uma rota alternativa aos ativistas, fora da área de conflito. Entretanto eles decidiram descumprir o bloqueio.

Ao serem abordados pelos militares de Israel, muitos dos integrantes da flotilha jogaram seus celulares ao mar.

Segundo o Governo de Israel, documentos apreendidos na zona de conflito, provam que o grupo liderado por Greta teria fortes ligações com o grupo terrorista Hamas.

Uma carta de 2021 assinada pelo chefe do Bureau Político do Hamas, Ismail Haniyeh, dirigida ao presidente da PCPA (Conferência Popular para Palestinos no Exterior), seria uma das evidências.

Israel considera a PCPA uma “ala” subordinada ao Hamas e a declarou como organização terrorista em 2021.

A organização seria responsável por mobilizar ações, incluindo manifestações violentas e marchas com o objetivo de manipular a opinião pública contra Israel.

A PCPA estaria também por trás da organização e logística envolvendo a Global Sumud Flotilha.

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