O Brasil vive atualmente um número recorde de casos de feminicídios desde que o crime passou a ser tipificado por lei, em 2015.
O atual governo de Lula da Silva (PT), não conseguiu reduzir os índices de feminicídio no Brasil e, pelo contrário, viu os números aumentarem nos anos de 2023 e 2024
Segundo o Site O Poder, os casos de estupros em 2024 atingiram o maior número da série histórica. A maioria das vítimas são mulheres, crianças e adolescentes.
É o que revelou o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em 25/07/2025, pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
O levantamento apontou que a grave crise de segurança pública que o país enfrenta tem influenciado o aumento da violência em geral.
O relatório apontou que o país registrou 1.492 feminicídios consumados em 2024, contra 1475 registrados em 2023.
Os casos de tentativa de feminicídio, levaram a alarmantes 3.870 ocorrências em 2024, um incremento de 19% em relação a 2023.
Os registros de perseguição (stalking), seja física ou digital, cresceram 18% e atingiram 95.026 vítimas no ano passado.
Em 2024, as polícias registraram 87.545 ocorrências de estupro, maior número desde o início da série histórica, em 2011.
As vítimas, 88% mulheres, sendo 33% crianças e adolescentes de 10 a 13 anos. Mais da metade dos abusos atingiu mulheres negras.
Uma condição específica torna a situação ainda mais grave. A subnotificação é altamente relevante na análise, o que sugere que a violência seria na verdade muito maior.
Dados do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), indicam que apenas 8,5% dos casos de violência sexual chegam a ser registrados.
Boa Vista (RR) lidera o ranking nacional de estupros e estupros de vulneráveis, com taxa de 132,7 casos por 100 mil habitantes, seguida por Sorriso (MT), Ariquemes (RO), Vilhena (RO) e Porto Velho (RO).
O ano de 2023 primeiro ano do terceiro mandato de Lula, também registrou resultado bem pior que o do ano anterior, visto que em 2022 foram 1.455 feminicídios.
Durante o governo Bolsonaro, houve uma redução de casos entre 2020 e 2021, justamente os anos mais críticos da pandemia, quando os casos de feminicídio foram, respectivamente, de 1.354 e 1.347.
Os números apontados acentuam a dificuldade da gestão petista em frear os índices de violência contra a mulher.
“Não existe, por parte do governo federal, nenhuma iniciativa significativa no combate à criminalidade. E os casos de violência contra mulheres são apenas um reflexo disso” disse Luiz Fernando Ramos Aguiar, especialista em segurança pública e Tenente-Coronel da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF).
É de se ressaltar que casos de assédio moral, assédio sexual e violência doméstica foram praticados mesmo por pessoas do próprio governo ou por pessoas próximas de Lula, como aqueles envolvendo a denúncia de assédio moral por parte Ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, a denúncia de assédio sexual por parte Ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, e a denúncia de agressão de um filho do Presidente à sua esposa.














